Sobre mim

Quem sou?

Professora Eliane Wamser, Mestra em Educação: Ensino Superior, pela Universidade Regional de Blumenau. Consultora e instrutora de treinamento nas áreas de: Etiqueta Empresarial e Protocolo Corporativo, Assessoramento Executivo e Hospitalidade e Cordialidade no Atendimento. Professora da Universidade Regional de Blumenau no período 1992-2009.
Autora dos livros: A secretária que faz…
e Compostura: quem tem, surpreende e encanta.

Minha trajetória

Trabalhei como auxiliar de escritório em uma empresa de representações. Em novembro de 1976 fui contratada para secretariar o gerente administrativo-financeiro de uma indústria produtora de fios de algodão.
Em 1978, decidi estudar inglês e alemão, no Centro Cultural Brasil-EUA e Instituto Cultural Brasil-Alemanha, respectivamente.
Em maio de 1982, fui selecionada para atuar como secretária do presidente de uma conceituada trading company, com sede em Blumenau (SC).
Secretária executiva trilíngue, profissão que escolhi exercer a partir de então. Com toda dedicação e entusiasmo, acompanhei a evolução da profissão. Soube aproveitar cada espaço com competência e profissionalismo.
Fazendo o quê? Assessorando diretamente o presidente e diretores. Planejando, organizando e gerenciando documentos empresariais e informações para a consecução de objetivos e metas corporativas. Usando a língua estrangeira nas formas em que a empresa dela fazia uso: tradução e versão, interpretação, síntese e produção de textos e documentos. Organizando e participando de reuniões e viagens, tomando as providências protocolares necessárias.
Sempre assumi a responsabilidade por minha aprendizagem. Participei de vários cursos de desenvolvimento pessoal e capacitação profissional. Em outubro de 1987, embarquei para Londres para aperfeiçoar a conversação e a escrita em língua inglesa.
De março a junho de 1988, estudei Business English for Secretaries na Associação Alumni, em São Paulo capital.
Evidente que não havia chance para fragilidade. A luta era centímetro por centímetro, degrau por degrau. Ultrapassar barreiras e se dedicar com muita obstinação até alcançar os objetivos fazia parte do contexto na ocasião.
Graças a essas barreiras e a essa obstinada dedicação, meu próximo desafio era a vida acadêmica. Queria o diploma para ser professora. Em agosto de 1988, iniciei o curso superior de licenciatura em Letras Português-Inglês na Universidade Regional de Blumenau. A formatura foi em agosto de 1992.
Ser professora universitária. Um passo arrojado! Recém-formada, comecei a lecionar a disciplina de Técnicas de Secretariado, no curso de Secretariado Executivo Bilíngue da Universidade Regional de Blumenau. Semestre seguinte, assumi a disciplina de Cerimonial e Etiqueta e a Coordenação do Estágio Supervisionado. Fiz concurso público e tornei-me professora do quadro.
Tenho especialização em Metodologia do Ensino Superior e, em março de 2000, concluí o Mestrado em Educação, ambos pela Universidade Regional de Blumenau.
Alguns dias depois de receber o título de Mestre, assumi a Coordenação do Colegiado do Curso de Secretariado Executivo Bilíngue. Também fui convidada a assessor o gestor de uma divisão da administração de ensino da universidade em uma atividade específica.
Integrei a equipe de professores do primeiro curso lato sensu de especialização em Secretariado: MBS em Gestão de Pessoas e Processos, ministrado em Florianópolis (SC).
No decorrer de minha vida acadêmica, orientei vários trabalhos de conclusão de curso de especialização (monografias) e de TCCs; participei em bancas de comissões julgadoras; em eventos, congressos e feiras; coordenei a organização de eventos, congressos, seminários e mostras científicas. Informações mais detalhadas podem ser obtidas por intermédio de meu currículo na plataforma Lattes acessando >
http://lattes.cnpq.br/8263111677071217

Como eu me vejo

Um ser humano especial. Não há cópia, nem clone. Por isso considero-me alguém especial, profundamente grata por ter, a cada manhã, o privilégio de acordar e ver, ao amanhecer, a luminosidade dos raios do sol, anunciando mais um dia. Um dia que se inicia, para mim, sempre com um agradecimento especial a Deus por mais uma oportunidade de ser um pouco melhor hoje que ontem.
Não sou “flor de estufa”. Muito pelo contrário, sou uma flor que está plantada e evidente num jardim, exposta a chuva, sol, frio, calor, pisadas, enxadadas. Que procura ser competente emocionalmente e manter viva sua maior virtude: acreditar no ser humano.
Claro, muitas vezes, a tristeza é inevitável devido falsas e interesseiras bajulações. O que me leva a me proteger numa concha para defender meu pequeno “eu” delicado e frágil.
Uma concha que, dependendo do ambiente e da situação, esconde a Eliane canceriana, sensível, amável, carente, pragmática, protetora, prudente, compreensiva, intuitiva, curiosa, perspicaz, introspectiva, introvertida, caseira.
Esconde a mulher-madura que tem a sua casa como o seu lugar seguro, iluminado e energizado. Extensão e reflexo de sua personalidade. Seu refúgio predileto, no qual sonha, chora, sorri, se admira, reza para agradecer, pedir perdão e orientação, e agradece o nascer do sol a cada novo dia.
A mulher-madura que, para ser feliz, quer e precisa viver em uma perfeita comunhão e harmonia com a família e no ambiente com o qual haja um amplo sentimento de pertencimento.
Desde adolescente eu queria um caminho diferente para mim. Queria evoluir, melhorar e aprimorar o meu nível de entendimento do mundo, do contexto ao meu redor, para poder, um dia, ser uma mulher atuante, participativa e ajudar as pessoas a serem assim também.
Naquela época, entendi que o único caminho seria estudar. E esse empurrão meus pais me deram. Ah, como sou grata a eles por isso! Decidi, então, estudar para ter uma profissão e assim me sentir mais segura para enfrentar e assumir os muitos papeis que a vida fosse me dar.
Refletindo sobre esse tempo, não há como negar o quão poderoso o nosso diálogo interior se torna ao longo da nossa caminhada. Não há como negar a quão verdadeira é essa máxima: as escolhas de hoje influenciam o amanhã.

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